segunda-feira, dezembro 13, 2010

Vaga-lumes, árvores e chuva...

Ela sentou e ficou observando as nuvens, e os vaga-lumes, até começar a chover e não enxergar mais nenhuma luzinha piscando, naquela escuridão, em meio a tantas árvores, que hoje, estão enormes, depois de tanto tempo sem vê-las.
Se sentia estranha com aquela brisa no rosto, e aquelas gotas geladas que tocavam seus ombros.
E se levantou.
Mas sem tirar os olhos do céu, que a pouco, parecia limpo, indicando mais uma segunda-feira quente, após aquele domingo de sol escaldante.
Então, ela arrumou os cabelos, deixou-os soltos e fechou os olhos.
Não sabia se pensava, muito menos no que pensar.
Não sabia o que estaria por vir.
Ela tinha aquela coisa de pressentimentos e uma boa intuição.
Abriu os olhos e sentiu que algo haveria de mudar.
Para melhor?
Para pior?
Ou estaria ela, errada?
Não sabia.
Só sentia os pingos de chuva, e com aquela cara de menina inocente e sonhadora, olhava ainda para o céu, e para o topo das árvores. Pois era lá, que ela desejava chegar...

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