Para ela, aos poucos tudo parecia ir perdendo as cores.
A grama, as folhas, as flores, seu vestido e seu jogo preferido.
Ate mesmo o Sol e a Lua perderam seu brilho habitual.
O que era?
Ela novamente se via perdida num emaranhado de sentimentos, vontades e desgostos, queria gritar, correr, fugir, sumir, esquecer...
De novo esquecer...
Sempre esquecer...
Por que ela queria tanto esquecer?
Por que ela queria tanto fugir?
Por que?
Ela não sabia, ela não entendia, apenas queria.
Como tudo em sua vida, nada tinha uma explicação, ela queria e ponto final. Era aquilo que sentia no momento, era aquilo que queria. Era aquilo que ela sentia vontade de fazer, ser, ter.
E acabou.
Um comentário:
eu gostei muito
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