terça-feira, setembro 21, 2010

Só cinco minutos.

Ela não conseguia acreditar nela mesma, sempre que dava a desculpa de estar sem tempo livre para vê-lo.

E também não acreditava muito nele, quando ele dizia que estava sem tempo livre para vê-la.

Afinal, se houvesse mesmo a vontade sincera de se saber como o outro está, haveria tempo. Nem que fossem míseros cinco minutos, ainda que fosse depois das onze da noite, ainda que fosse durante a madrugada, sempre haveria tempo.

Machuca um pouco, mas... Isso já nem importa tanto assim. Ela está bem. Com muito tempo disponível, mas está um pouco melhor. Mesmo porquê, além de disponível, ela só quer um tempo para tentar cicatrizar as feridas, que hora ou outra, acabam abrindo...

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