Ela não sabia o quão conseguia fazer bem, e a quem exatamente ela fazia bem.
Ela sentia vontade de sequestar as pessoas com as quais ela mais se importava, em seus piores momentos, em suas piores fases, e cuidar delas, acolhê-las, protegê-las, dar colo. Queria ser a pessoa capaz de trazer paz, e dar a sensação de aconchego. Queria ser o refúgio. Queria fazer com que se sentissem bem...
E ela simplesmente queria...
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