Mais uma vez ela sentava e pensava no que escreveria. E como sempre, como de costume, não sabia. Tinha aquilo, nela. Nunca sabia o que faria.
Era a menina mais indecisa do mundo.
E mais sonhadora também.
Gostava da fantasia, de acreditar em coisas que só ela acreditava que existia.
Era desastrada, mas a desastrada mais jeitosinha do mundo.
Ela adorava a sensação de sentar no telhado, sozinha, e observar, ao longe, o Sol indo embora, por trás das montanhas, com as nuvens dançando no céu. Tinha um quê nela que fazia com que viajasse em seus próprios pensamentos, e sonhasse mais um pouquinho com tudo aquilo...
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